Por Tomaz...
Caminha um inseto em minha alma
traga um pouco de vitalidade
risca um verso metamórfico
e vaga pelas veias da enfermidade
Na reconstrução da implosão
um café com o tédio
beijo da repetição
anestesia do antídoto,remédio
Diálogo entre erro e futuro
inevitáveis ferimentos abertos
nesta rinha de estiletes sem cabo
Cortes que avermelham os dias
No papel, grito o que está engasgado
No silêncio, me liberto no verbo
O peso da queda agora é alimento
e o futuro terá menos erros em diálogo
Cabos e estiletes ?
Que fiquem com os demônios do passado...
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