Por Cécile...
Ao contrário da Lilith que não sabe administrar mais de uma rola, eu confesso que naquele mesmo circo onde ela tentou e falhou ao trepar com 3, eu dei, rodei e apitei. Sentei na piroca do pirofágico, chupei o contorcionista plantando bananeira, fiz malabarismo com os colhões do trapezista e ainda meti dois dedos no cu do anão. Tudo isto, amiga, montada no teu JUMENTO, que por sinal, estava com a jeba mais dura que os pilares que sustentavam o picadeiro.O circo é o melhor espetáculo da terra! Ahhhh, quantos prazeres e quantas delícias! Sinto falta mesmo é da mamada que os dois filhotes de macaco órfãos davam, todas as manhãs nas minhas tetas que eu depois oferecia, toda generosa, ao mágico. A propósito… Lilith… Não sabes as mágicas que aquela varinha operou no meu rabo. Acho que comecei a gostar de dar o cu ali, tomando as primeiras lições de putaria no circo do Arrelia. Ai, rimou.Lilith, sua inocente… Você nunca brincou com as facas do arremessador? Amiga… No curto período que estive lá, eu não tinha um só pêlo no corpo… Ele me raspava de norte a sul, enquanto sua língua ia me lambendo de cabo a rabo (inclusive). Também lembro saudosa da mulher barbada… Quando sua barba me fazia cócegas na boceta depilada enquanto a barbudinha me metia muito ágil, a língua de meio metro…. Cá pra nós, de todos, a mulher barbada tinha a melhor linguada para compensar a falta de pau.Eu não podia ouvir o “Hoje tem espetáculo?”, que gritava já peladinha “Tem sim , senhor!”. Nunca, nunca vou esquecer! Éramos uma família, Lilith…. O anão, amiga… Já me chupava no café da manhã, embaixo da mesa, enquanto eu passava manteiga no pãozinho.Nunca fui tão feliz. Naquela época eu já fazia pompoarismo com o nariz do palhaço. Eu só te digo que não trepei com o leão…. Mas ainda cutuquei-lhe o cu com a vara do trapezista. Quem sabe um dia??? Ah… antes que eu cometa uma injustiça…. Eu fiz a tromba do elefante de chuveirinho! Aiii! Que gozada espetacular!Inesquecível...
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