Thursday, June 23, 2011

Abasteça no posto Ipiranga e leve uma cangaia de graça

Seu Confessor


Puta que o pariu, caralho! Estou me sentindo igual aquele mané do Posto Ipiranga que sai para pagar umas contas, comprar uns bagulhos, abastecer o carro, recarregar o celular, etc, e faz tudo isso no posto da esquina da sua casa. 
Quando retorna, (antes do tempo por ter resolvido tudo em um único lugar), é um festival de aberrações fugindo de sua casa: anões, usuários de cueca samba canção, engolidores de cobra, torcedores do Náutico e do Flamengo. Além de chifres e merda nos miolos, o que mais tem um publicitário que imagina uma bosta dessas? 
Mas, tirando meu lado de crítico publicitário, o que eu estava falando é que me senti o próprio usuário do Posto Ipiranga. Depois de três dias de árdua labuta (alguém tem que trabalhar nesse país), quando retorno ao meu blog doce blog, esperando ser recepcionado com uma piscada pelo cu de cecile e um aperto vaginal que lilith aprendeu em suas aulas matutinas de pompoir, eis que me deparo com o rabo da primeira ocupado pela rola de um torcedor do Manchester e o tabaco da segunda empanturrado pela madeira de um torcedor do Bangu.
Um.Esses foram os que vi. Pelo que conheço dessas minhas mulheres, certamente tinha um mágico entre os fodedores. Porque elas não se contentariam com só isso. 
Com certeza tinha por lá elefantes, rinocerontes, tubarões (elas adoram porque têm dois pênis, um para o cu e outro para a buceta ao mesmo tempo), aleijados, a torcida do curíntua, coxos, gagos, travestis, a filha de Toninho Cerezzo, uma macaxeira GG, o homem de seis milhões de dólares, uma garrafa de coca-cola família, scooby-doo… 
Só um mágico para tornar invisíveis aos meus olhos toda essa putaria ambulante. E isso tudo é porque eu estava trabalhando. Imagine se eu também fosse cliente do Posto Ipiranga…

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