
Tensão pré-menstrual
O que é síndrome da tensão pré-menstrual? A descoberta do que viria ser a síndrome da tensão pré-menstrual é antiga. Foi em 1873 eu um medico chamado Maudsley percebeu que no período pré-menstrual as mulheres sentiam determinados desconfortos, alguns de modo muito intenso.
A sigla TPM, hoje tão conhecida, surgiu em 1931, quando foi usada para definir essa síndrome que se manifesta, segundo alguns médicos, em pelo menos 40% das mulheres.
A causa exata da TPM ainda é desconhecida, mas alguns estudos indicam que a síndrome acontece em decorrência do desequilíbrio hormonal do período.
A TPM se refere a uma série de sintomas físicos e psíquicos, que aparecem cerca de duas semanas antes da menstruação, atrapalhando, em alguns casos, o cumprimento da rotina diária e até mesmo os relacionamentos.
É importante lembrar que alguns sintomas pré-menstruais não se enquadram na TPM, pois são considerados normais e não alteram o dia-a-dia da mulher. É o caso dos seios doloridos, barriga inchada e cólicas leves.
Quais são os sintomas? Existem dezenas de sintomas associados à TPM. Os mais comuns são: retenção de líquidos, dor de cabeça, irritabilidade, ansiedade, alterações de humor, cansaço, dores na coluna, dores musculares, ganho de peso, insônia, falta de concentração e aumento da sensibilidade.
Não existe uma regra, cada mulher é um caso. Algumas podem apresentar todos os sintomas ao mesmo tempo e outras podem apresentá-los alternadamente. Umas, ainda, podem sentir apenas alguns sinais da TPM.
Outra conseqüência da TPM é que ela acaba atingindo não apenas a mulher que está na fase pré-menstrual, mas aqueles que convivem com ela. Quem tem a síndrome, por exemplo, costuma transformar pequenos problemas em grandes crises. Dessa forma, o atraso do telefonema do marido ou daquele relatório do trabalho pode ser motivo para momentos de raiva.
Como conviver com esta síndrome? Exercícios físicos, alimentação adequada e medicação são ferramentas importantes no combate à TPM.
Os exercícios físicos contribuem para o aumento de endorfina, o que aumenta a sensação de prazer e diminui as dores em geral.
Procure caminhar pelo menos 30 minutos todos os dias. Nade, faça alongamento, exercite-se! Mexer-se é, sem dúvida, um dos grandes remédios para o combate dos sintomas.
Uma alimentação saudável e balanceada, com pouca ingestão de sal e açúcar, também ajuda a aliviar as manifestações.
A medicação, que deve ser sempre indicada por seu ginecologista, inclui o tratamento da ansiedade e da depressão.
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